“MELHOR EM CASA”- ATENDIMENTO DOMICILIAR – NOVO PROGRAMA DO SUS







O novo programa de Saúde, “Melhor em Casa”, conta com atendimento domiciliar aos pacientes do SUS. Assim, não é necessária a internação, pois o paciente do programa recebe um leito hospitalar e equipamentos médicos para serem usados em sua própria casa, perto de seus amigos e familiares e longe de toda pressão sofrida no leito hospitalar, além de redução dos riscos de contaminação e infecção.

Ministros e Dilma entregam o jaleco símbolo do Programa “Melhor em Casa”, à Maria Villas Boas, gerente de Atenção Domiciliar

Além disso, caso esses equipamentos necessitem de energia elétrica, a residência terá isenção total na tarifa de eletricidade necessária para os mesmos.

Esse projeto é voltado para aqueles pacientes que podem ter seu atendimento em casa, como no pós-operatório, em pessoas com necessidade de reabilitação motora, idosos e em pacientes crônicos sem agravamento.

O financiamento das equipes que vão atender em domicílio, será do Ministério da Saúde, e conta com uma assistência multiprofissional, formadas por médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeutas. Demais profissionais da saúde, como fonoaudiólogo, nutricionista, odontólogo, psicólogo e farmacêutico, também poderão fazer parte das equipes de apoio. Cada equipe multiprofissional, pode atender simultaneamente, no máximo de 60 paciente.

O Ministério da Saúde vai repassar ainda neste ano de 2011, aos estados e municípios a quantia de R$ 8,6 milhões para a atividade dessas equipes e manutenção dos serviços. Até o ano de 2014, deverão ser implantadas 1.000 equipes de Atenção Domiciliar e 400 equipes de apoio, em todas as regiões do país.

O atendimento aos pacientes será realizado durante toda a semana (de segunda a sexta-feira), 12 horas por dia e aos finais de semana e feriados, haverá regime de plantão.

Segundo a presidente Dilma Rousseff, os programas Melhor em Casa e o SOS Emergência, são “um novo padrão de qualidade, da recepção aos ambulatórios” e “irão contribuir para um tratamento mais digno e humano aos usuários da rede pública de saúde”.

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